c’mere

junho 8, 2008

oh how I love you, in the evenings…

adoro essa música. mania minha de procurar alguma coisa doce no que é áspero.

silêncio

junho 2, 2008

no place to call home.

vitrine

maio 26, 2008

Pensa que é fácil?

Que é fácil sair de manhã com o cabelo lindo, perfumada, sem olheiras, de sobrancelhas irretocáveis, unhas perfeitas, e principalmente, um sorrisão no rosto?

Que é fácil aguentar dietas, depilação, exercícios físicos e parentes chatos? Que não é difícil ser inteligente, bem-sucedida e ainda assim asuperdescoladadouniverso?

Eu já mencionei as escolhas que temos que fazer, a falta de tempo, a tpm, a decepção com uma pessoa ou outra, e o PIOR: a saudade dos amigos?

Pensa que é fácil bancar a segura, sair de sapato de salto fino, dizer eu te amo, e, na maioria das vezes, descobrir que não é amada? E aquelas coisas que ninguém fala, do tipo: ai será que ele me acha estabanada, ou que eu beijo mal, ou meu perfume é muito doce?

Fora o fato de existirem horas onde tudo o que você quer é chorar, mas e o rímel…

Será que ninguém acha que essa mulher perfeita se cansa, precisa de férias?

AVISO AOS NAVEGANTES: Mulher Maravilha, só na HQ. Mas tudo é muito mais fácil quando a gente aprende a rir de si mesma…

she’s a superfreak

maio 25, 2008

Eu tenho uma jukebox cerebral. E não rola a parada da moedinha não, ela funciona completamente aleatória e, muitas vezes, me sabotando.

Sempre soube disso. Era como a história de bater a escova de dente na pia pra dar sorte, que tinha que ser no ritmo da 5ª sinfonia de Beethoven. E as meias preferidas, que faziam tudo dar certo no meu dia. (Logo depois eu descobri que tinha uma meia do azar, porque a maldita da rosa choque acabava com toda a perspectiva de sucesso).

O problema é que eu achava que já tinha passado, que eu já era uma pessoa madura o suficiente pra não ligar pra essas coisas ridículas pequenas. Aí eu me ligo que dirijo muito mal quando a minha jukebox toca aquela musiquinha da propaganda do mercado livre. É, eu não presto atenção no trânsito, só nas nuvens (????).

O inverso acontece. Eu dirijo melhor que o Schumacher se tá tocando ‘Balada dos Esqueletos’, do Ginsberg. Sei lá por quê. Não me pergunte.

É isso aí, cuidado com a música que tá tocando quando me encontrar.

you ain’t no dancer

maio 22, 2008

Um tilintar. um suave tilintar pra adocicar minha manhã.

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