silêncio
Junho 2, 2008
no place to call home.
the truth is that I’m a bad person
Maio 28, 2008
- não suporto minha irmã.
- de saco MUITO cheio de alguns amigos. “amigos”. whatsoever.
- somebody broke my heart.
- e eu descobri que até doeu 2 dias atrás. mas hoje? I don’t care.
e essa é a melhor parte do meu dia. I chose life.
the car, the fuckin’ big television…
I’m moving on, getting by, looking ahead, the day you die.
jump!
Maio 28, 2008
dois momentos do meu dia:
happiness IS a moment.
and then…
HUIS CLOS
Da vida não se sai pela porta:
só pela janela. Não se sai
bem da vida como não se sai
bem de paixões jogatinas drogas.
E é porque sabemos disso e não
por temer viver depois da morte
em plagas de Dante Goya ou Bosh
(essas, doce príncipe, cá estão)
que tão raramente nos matamos
a tempo: por não considerarmos
as saídas disponíveis dignas
de nós, que, em meio a fezes e urina
sangue e dor, nascemos para lendas
mares amores mortes serenas.
e depois dizem que instável sou eu.
doutor, é a vida…
vitrine
Maio 26, 2008
Pensa que é fácil?
Que é fácil sair de manhã com o cabelo lindo, perfumada, sem olheiras, de sobrancelhas irretocáveis, unhas perfeitas, e principalmente, um sorrisão no rosto?
Que é fácil aguentar dietas, depilação, exercícios físicos e parentes chatos? Que não é difícil ser inteligente, bem-sucedida e ainda assim asuperdescoladadouniverso?
Eu já mencionei as escolhas que temos que fazer, a falta de tempo, a tpm, a decepção com uma pessoa ou outra, e o PIOR: a saudade dos amigos?
Pensa que é fácil bancar a segura, sair de sapato de salto fino, dizer eu te amo, e, na maioria das vezes, descobrir que não é amada? E aquelas coisas que ninguém fala, do tipo: ai será que ele me acha estabanada, ou que eu beijo mal, ou meu perfume é muito doce?
Fora o fato de existirem horas onde tudo o que você quer é chorar, mas e o rímel…
Será que ninguém acha que essa mulher perfeita se cansa, precisa de férias?
AVISO AOS NAVEGANTES: Mulher Maravilha, só na HQ. Mas tudo é muito mais fácil quando a gente aprende a rir de si mesma…
she’s a superfreak
Maio 25, 2008
Eu tenho uma jukebox cerebral. E não rola a parada da moedinha não, ela funciona completamente aleatória e, muitas vezes, me sabotando.
Sempre soube disso. Era como a história de bater a escova de dente na pia pra dar sorte, que tinha que ser no ritmo da 5ª sinfonia de Beethoven. E as meias preferidas, que faziam tudo dar certo no meu dia. (Logo depois eu descobri que tinha uma meia do azar, porque a maldita da rosa choque acabava com toda a perspectiva de sucesso).
O problema é que eu achava que já tinha passado, que eu já era uma pessoa madura o suficiente pra não ligar pra essas coisas ridículas pequenas. Aí eu me ligo que dirijo muito mal quando a minha jukebox toca aquela musiquinha da propaganda do mercado livre. É, eu não presto atenção no trânsito, só nas nuvens (????).
O inverso acontece. Eu dirijo melhor que o Schumacher se tá tocando ‘Balada dos Esqueletos’, do Ginsberg. Sei lá por quê. Não me pergunte.
É isso aí, cuidado com a música que tá tocando quando me encontrar.
you ain’t no dancer
Maio 22, 2008
Um tilintar. um suave tilintar pra adocicar minha manhã.
primeiro
Maio 22, 2008
Há muito, creio eu, não tenho mais pretensões de ser qualquer tipo de escritora. Mas, ao menos tentar escrever, tornou-se uma espécie de tentativa de beber do sumo dessa coisa que não tem nome; essa coisa que faz as pessoas superarem toda dor, que faz haver beleza e uma certa calma na vida.
Acho que pra mim, tão faminta, um pouco de calma, beleza e força não faria mal.